TV Sony Ultra-HD de 65” O LED-LCD

TV Sony Ultra-HD de 65” O LED-LCD
Design
Custo-Benefício
Qualidade da Imagem
Qualidade do Som
Funções e Características
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Após um ano da chegada do primeiro televisor com resolução Ultra-HD (3.840 x 2.160p), a concorrência parece cada vez mais acirrada, mesmo sem nenhuma promessa de conteúdos 4K disponíveis no Brasil. E, como nem todo mundo possui recursos financeiros e uma sala de dimensões generosas para abrigar um gigante de 84” ou 85”, a novidade agora são os TVs com tela menor. O Sony de 65” testado este mês é parte da linha XBR, que também oferece modelos UHD de 55” e 84”. Com peso superior ao de um plasma de tamanho similar (45kg), o TV exigiu esforço de duas pessoas durante a instalação. A base circular é simples de encaixar, mas deveria ser giratória para facilitar o acesso às conexões no caso de instalação no móvel. Enquanto que o charmoso design de frente única e borda discreta resulta, infelizmente, num painel de vidro frontal bastante reflexivo em uma sala iluminada.

Conexões

Encontramos no TV Sony 4K conectores de rede LAN, Wi-Fi e Wi-Fi Direct com NFC, que permite o espelhamento de imagens com um smartphone compatível. É possível ver o conteúdo exibido simultaneamente nas duas telas. A comunicação DLNA neste aparelho reproduz até vídeos nos formatos AVCHD e MKV armazenados em um computador – algo raro em TVs da Sony. E, via Bluetooth, o aparelho pode reconhecer teclados ou fones de ouvido sem fio. Não menos importantes são as três entradas USB e quatro HDMI, sendo uma delas com padrão MHL para aceitar vídeos em HD e recarga de bateria dos celulares Android atuais.

Funções Smart

A plataforma Sony Entertainment Network oferece 60 aplicativos de gêneros variados. Os principais são os serviços de vídeos sob demanda Netflix e de emissoras de TV. Há conteúdos gratuitos da própria Sony, como trailers e documentários em HD e 3D (3D Experience) e o Crackle – com 150 filmes antigos em baixa resolução. Através de widgets, conseguimos acompanhar a programação da TV e simultaneamente nos comunicar com amigos pelo Facebook e Twitter. Vimos ainda o app Skype, mas ao contrário dos modelos sofisticados de 2012 este XBR não traz a webcam na embalagem (é preciso comprar à parte). Acessamos diversos sites em HTML 5 pelo navegador Opera sem qualquer problema.

Ajustes

Entre as opções de imagem disponíveis, dificilmente o modo PESSOAL não será escolhido nas sessões noturnas e o modo PADRÃO para ver programas durante o dia. No primeiro, obtivemos regulagem próxima à realizada com um disco THX. Foi preciso apenas reduzir o brilho do backlight. O contraste precisou de alterações sutis, porém mesmo com o controle dinâmico do led ligado em PADRÃO a diferença no nível de preto não foi tão evidente como em outros modelos da marca. Com o disco de calibragem, foi notória a ótima uniformidade de brilho em todas as regiões da tela. Já o MOTION FLOW propicia movimentos suaves, sem escurecer ou deixar rastros nas imagens quando na opção NÍTIDO ou CINE REAL. Conferimos ajustes avançados importantes e outros com promessa de melhor nitidez, cor e regulagem de acordo com a luz ambiente, mas que no geral não trouxeram uma qualidade natural.

Backlight

Segundo a Sony, o painel de backlight usado nesta série de TVs é o “Edge-lit com Local Dimming”. Trata-se de um projeto superior ao Edge-lit convencional e que até faz parte de TVs sofisticados de outras marcas. Mas, quanto a contraste e nível de preto, ainda é inferior ao backlight Local Dimming Full Array. Embora com leds ao redor da tela, o escurecimento se dava a partir das partes superior e inferior do painel. Com isso, não era muito difícil perceber um preto ligeiramente acinzentado bem próximo às laterais da tela.

Triluminos

Na última CES, a Sony anunciou essa nova tecnologia em seus TVs mais sofisticados, com a promessa de cores ricas e autênticas, sobretudo verde e vermelho. Trata-se de um painel óptico que usa pontos quânticos –  semicondutores de nanocristais. Visa contribuir na emissão de luz com comprimento de onda específico para gerar ampla gama de cores. Os TVs LED-LCD convencionais usam leds azuis revestidos com uma substância fosforescente amarela para criar luz branca, além de filtros para outras cores. Segundo a Sony, a tecnologia Triluminos também usa leds azuis, mas sem revestimento. A ideia é que a luz azul passe através do componente óptico contendo os pontos quânticos vermelhos e verdes. Assim, os leds passam a ter duas funções: criar luz azul e dinamizar os pontos quânticos para criar luz vermelha e verde com maior fidelidade de tons.

Alto-falantes

Os falantes laterais contribuem para ampliar a largura do TV Sony Ultra-HD (1m68), dando a ilusão de que a tela é maior. São quatro woofers no total, com diâmetros em torno de 3” e dois tweeters de 18mm. Estes mereciam ao menos uma proteção para evitar o dedo de uma criança diretamente na sensível membrana frontal. Todos os drivers liberam até 32,5Wx2, segundo o fabricante. Nos testes, o som em estéreo foi mais claro, alto e superior à maioria dos TVs. Já o surround simulado não substitui uma soundbar e tão pouco um sistema de home theater.

Avaliação

Recebemos junto com o TV Sony um media player, chamado pelo fabricante de “gerador de conteúdo”, com material 4K de excelente qualidade. O resultado não poderia ser diferente: imagens límpidas e realistas, com textura surpreendente. Vídeos captados em templos orientais mostraram definição soberba, com contornos discretos a ponto de nos fazer pensar que poderíamos tocar numa das esculturas budistas a qualquer momento. Situação semelhante ocorreu nas gravações em slow motion. Em uma vila europeia onde a câmera seguia por uma ladeira, a impressão era de estar descendo a pé pelas ruas de paralelepípedo. Foi impossível enxergar pixels a 1m da tela. O suave movimento das águas no lago em frente ao hotel Bellagio, em Las Vegas, valorizou cada pixel da resolução 4K, além de mostrar o bom potencial de contraste desse TV. Com exceção dos vídeos com tons saturados em vermelho, verde e azul, feitos para mostrar a tecnologia Triluminos, todo o conteúdo foi apresentado com correto balanço e variedade de tons. Embora o trabalho de upconversion seja eficiente no que se propõe, é quase impossível não ter um pouco de decepção com filmes em Blu-ray após ver os vídeos 4K nesse TV. Agora, era preciso uma distância de pelo menos 2m para não ver alguns ruídos de vídeo e contornos não tão perfeitos. Por outro lado, foi mais divertido assistir a Homem de Ferro 3 (3D) com os óculos passivos (quatro) que acompanham o TV; este não converte imagens 4K em 3D.

Assim como em outros modelos 3D passivos, o ângulo de visão é limitado. Mas conseguimos ver cenas claras bem próximo à tela sem notar as linhas horizontais – como acontece em outros TVs desse tipo. Vimos ainda o herói em cenas com efeitos bem realçados, poucas sombras (crosstalk) e nada de cintilações (flicker), resultando em muito conforto, sem fadiga, após muitas horas de avaliação. FICHA TÉCNICA Modelo: TV LED-LCD Sony Ultra-HD XBR-65X905A, de 65” Taxa de atualização: 120Hz Entradas de vídeo: 4 HDMI, 1 componente, 1 A/V, 2 RF Outras conexões: 1 LAN, 3 USB, 1 saída de áudio digital óptica, Wi-Fi (integrado) Potência de áudio: 65W (total) Dimensões (L x A x P): 168 x 87 x 10cm (sem base), 168 x 90 x 40cm (com base) Peso: 45kg (sem base), 46,4kg (com base) Consumo médio: 268W (segundo o fabricante), 229W* Fabricante: www.sonystyle.com.br

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